17/06/2021 às 11h49min - Atualizada em 19/06/2021 às 00h00min

Malinski espera crescer 25% em 2021 com aumento da demanda no mercado interno

Líder na produção de cabos de madeira, empresa atua há quase três décadas mantendo o respeito à biodiversidade e a alta qualidade de seus produtos

SALA DA NOTÍCIA Linhas Comunicação
Maior fabricante de cabos de madeira do país, a Malinski tem projeções ambiciosas para 2021. Apesar dos desafios da pandemia, a companhia espera crescer 25% sobre a receita do ano passado. A grande aposta para alcançar a meta está no crescimento da demanda interna. “O mercado brasileiro tem percebido cada vez mais que a sustentabilidade caminha ao lado da qualidade. Esse é justamente um grande diferencial da Malinski. O valor do negócio não está apenas no preço, mas hoje, sobretudo, no manejo sustentável de nossos florestas”, afirma Paulo Malinski, CEO da companhia.

Atualmente, cerca de 80% da produção da empresa são destinados ao mercado externo para países como Estados Unidos, México, Holanda, Canadá e Reino Unido. São cerca de 2 milhões de unidades por mês. A companhia ganhou espaço pela excelência de seus produtos. Desde a escolha da matéria-prima até a embalagem final das peças, investe em processos que permitem a melhoria contínua e a entrega de produtos de alto valor agregado. Hoje, a Malinski conta com 350 colaboradores e oferece cabos para limpeza, jardinagem e ferramentas, reconhecidos pela versatilidade, segurança e conforto.

A fábrica da empresa está localizada em Porto Velho, em Rondônia. Produzindo desde meados de 2018, fica próxima às Florestas Nacionais de Jacundá e Jamari, possibilitando a extração sustentável de madeira, principal preocupação da empresa desde sua fundação. “A matéria-prima é proveniente de produtores comprometidos com a preservação dos recursos naturais e que fazem parte dos planos de manejo florestal sustentável de baixo impacto de áreas nativas. Na prática, esse manejo garante a exploração da madeira de origem legal e certificada, respeitando os mecanismos de sustentação do ecossistema e seguindo regras específicas para manter a floresta viva”, explica o CEO.
 
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