26/07/2021 às 15h40min - Atualizada em 27/07/2021 às 00h00min

Flexibilidade, leveza e criatividade no ensino-aprendizagem

Virgínia Bastos Carneiro (*)

SALA DA NOTÍCIA NQM
http://www.uninter.com
Divulgação
Diferentemente do ensino-aprendizagem tradicional, tão rígido e inflexível, o que se apresenta na atualidade pandêmica é a perspectiva de ensinar e aprender com flexibilidade, leveza e criatividade. Mas, afinal, o que se entende por isso? 
Como é na necessidade que surgem grandes ideias e inovações, vive-se o exato momento para dar asas à imaginação e criar dimensões pedagógicas dinâmicas e plurais. Ágeis na prática e eficientes no conteúdo. À vista disso, competências tecnológicas flexibilizam a integração professor/aluno.  

Isso acontece, por exemplo, nas aulas telepresenciais em que o aluno protagonista identifica na sua atuação, agora mais versátil, autonomia e liberdade criativa porque recebe as informações, as interpreta, as transforma e reconhece como aplicá-las na vida real. O professor, emancipador desse aluno, se engaja junto ao aluno em uma estrutura de ilustrações. Ambos falam de vivências, trocam experiências e tecem conhecimento em conjunto bonito de se ver! Aprende-se ensinando e ensina-se aprendendo.
 

Sendo assim, a criatividade e o jogo de cintura em uma aula compartilhada, com aluno e professor numa permuta despojada de troca mútua, mostram a leveza do aprender integrado e participativo quando a humildade de dividir e multiplicar saberes transforma mentes e valoriza sonhos. 

Desta forma, flexibilidade, leveza e criatividade no ensino-aprendizagem permitem uma consciência integradora dos seus atores. Envolvem não somente suas naturezas cognitivas nas aulas telepresenciais, vão além delas. Permitem cativar e fazer vir à tona suas dimensões humanas e afetivas características dos tempos de pandemia. Pode-se entender a conjunção destes três elementos como uma abordagem pedagógica holística. A flexibilidade valoriza a arte de ser maleável, a plasticidade de contemporizar desafios, a fluidez de adaptação. Já a leveza permite uma descomplicação, a acessibilidade promovida pelas tecnologias de ponta, e ainda uma proximidade docente/discente, mesmo que virtual. E a criatividade, finalmente, não é qualidade estática, muito pelo contrário, implica na estrutura pensante e inventiva, o que define a singular característica do ser humano. 

(*) Virgínia Bastos Carneiro é revisora de textos e professora da Escola de Gestão e Negócios no Centro Universitário Internacional UNINTER
 
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