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Bovespa abre em alta com Copom e possível hiato na vacinação contra a Covid-19

Por Marcos Antonio em 21/01/2021 às 10:33:50
Nesta quarta-feira, o principal índice da bolsa caiu 0,82%, a 119.646 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, abriu em alta nesta quinta-feira (21), com entraves na vacinação contra a Covid-19 no Brasil, que corre o risco de ficar até 40 dias sem vacinas. Também pesa a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros em 2% ao ano.

Às 10h10, o Ibovespa subia 0,24%, a 119.938 pontos. Veja mais cotações.

O dólar opera em queda.

Na quarta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,82%, a 119.646 pontos. A semana acumula perda de 0,58%. Na parcial do mês e do ano, a bolsa ainda acumula alta de 0,53%.

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Cenário global e local

No exterior, republicanos do Congresso dos EUA indicaram que estão dispostos a trabalhar com o novo presidente Joe Biden na prioridade de seu governo, um plano de estímulo fiscal de US$ 1,9 trilhão, mas alguns se opõe ao valor.

Os investidores aguardam nesta quinta a decisão de política monetária do Banco Central Europeu em busca de pistas sobre a saúde econômica da zona do euro.

Já os preços do petróleo recuavam, após dados da indústria terem mostrado um inesperado aumento nos estoques de petróleo nos Estados Unidos.

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No Brasil, o Banco Central manteve a taxa básica de juros inalterada em 2% ano ano, a mínima histórica, e anunciou o fim do chamado "forward guidance", a orientação futura que indica a manutenção dos juros respeitando certas condições, o que na leitura do mercado aponta que o BC deixou a "porta aberta" para uma alta na taxa de juros nos próximos meses.

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Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas ainda para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil.

A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia.

O mercado tem monitorado com atenção também a campanha por eleição na Câmara e no Senado para calcular riscos de nova pressão por mais gastos, que também podem vir de dentro do próprio governo.

Histórico de variação do Ibovespa

G1 Economia

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Fonte: G1

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