25/09/2015 às 06h34min - Atualizada em 25/09/2015 às 06h34min

Reaprendendo a viver

Janice Iung, de 49 anos, teve um tumor no cérebro que resultou na perda de movimentos e hoje reaprende a viver

Assessoria de Imprensa

Caminhar, falar, se alimentar. Essas são praticas que uma pessoa aprende nos primeiros anos de vida. Você já imaginou, depois de mais de 40 anos, ter que reaprender tudo isso? Pois foi isso que aconteceu com a recepcionista, Janice Iung, que há um ano de três meses foi diagnosticada com um tumor no cérebro. Após a cirurgia veio a perda dos movimentos e um novo desafio: reaprender a viver.

Janice conta que sentia fortes dores de cabeça, mas que acreditava ser decorrente do problema que tinha em um dos olhos. Em um dos atendimentos médicos, foi diagnosticado o tumor, presente no lado esquerdo da cabeça. Do diagnóstico até a cirurgia foram poucos os dias, muito medo e uma certeza: que passaria por essa e se recuperaria.

Antes da cirurgia os médicos apresentaram a Janice, beneficiária do Pladisa – Planos de Saúde, todos os resultados que tal procedimento poderia acarretar, um deles, se concentrava na perda dos movimentos do lado direito do corpo, fato nunca acreditado pela paciente, que seguiu para a cirurgia.

Depois da iniciativa e de passar cerca de 20 dias internada na UTI, Janice constatou o alertado pelos médicos, mas não desanimou. Passados quatro meses, já havia recuperado parte da fala e do caminhar. O braço direito também vem se reaprendendo e aos poucos apresentando melhorias.

A dificuldade foi entendida como oportunidade, Janice aprendeu a entender a situação e buscar alternativas. Comer e escrever com a mão esquerda foi um dos fatos, que segundo a mãe Maria, são reflexo da disposição e da vontade da filha em superar esses desafios que a vida colocou no seu caminho.

Aos poucos, Janice vai retornando a sua vida habitual e na cabeça, além da lembrança dos dias ruins, também está sempre a certeza que a sua disposição é o que fará um amanhã melhor. Voltar a passear, dirigir, caminhar normalmente são metas e serão alcançadas “Admiti a minha situação e passei a lutar para melhorar. Tenho toda a certeza, que uma cura tem que iniciar, ou tem que contar, essencialmente, com a predisposição do paciente em melhorar. E isso eu tenho de sobra” finalizou.

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