07/10/2021 às 18h43min - Atualizada em 11/10/2021 às 00h01min

Dólar sobe pelo quarto dia seguido e aproxima-se de R$ 5,52

Moeda dos Estados Unidos está no maior nível desde 20 de abril, quando fechou vendida a R$ 5,55. A divisa acumula valorização de 2,76% na semana e de 6,33% em 2021.

SALA DA NOTÍCIA Agência Brasil
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Sem reproduzir o clima de alívio no mercado internacional, o dólar subiu pelo quarto dia seguido e aproximou-se de R$ 5,52. A bolsa de valores chegou a ganhar quase 1%, mas perdeu fôlego nas horas finais de negociação e fechou estável.



O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (7) vendido a R$ 5,517, com alta de R$ 0,031 (+0,57%). A cotação começou o dia em baixa, passou a subir ainda pela manhã e chegou a operar estável durante a tarde, mas voltou a subir perto do fim da sessão.



A moeda norte-americana está no maior nível desde 20 de abril, quando tinha fechado vendida a R$ 5,55. A divisa acumula valorização de 2,76% na semana e de 6,33% em 2021.



Ações



No mercado de ações, as negociações seguiram o padrão dos últimos dias, com a bolsa operando a maior parte do dia em alta, mas perdendo força ao longo da tarde e fechando estável. O índice Ibovespa, da B3 fechou aos 110.585 pontos, com pequeno ganho de 0,02%. O indicador acumula queda de 2,05% na semana e de 7,08% neste ano.



No exterior, o dia foi tranquilo, após o anúncio de um acordo entre os Partidos Democrata e Republicano para elevar o teto da dívida pública nos Estados Unidos. O dólar caiu perante as principais moedas do planeta, e as bolsas norte-americanas fecharam com alta em torno de 1%. A calmaria, no entanto, não chegou ao Brasil.



No mercado doméstico, as negociações foram dominadas pela expectativa com a divulgação amanhã (8) da inflação oficial no último mês. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia do IPCA cheio, chegou a 10,59% nos 12 meses terminados em setembro. Isso aumenta a pressão para que o Banco Central (BC) acelere o ritmo de aumento da taxa Selic (juros básicos da economia) na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, no fim de outubro.



* Com informações da Reuters




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