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Assalto em Criciúma: policial militar baleado segue entubado com quadro estável em UTI

Por Marcos Antonio em 11/12/2020 às 11:42:37
De acordo com 9º Batalhão de Polícia Militar da região, "os parâmetros neurológicos ainda são de difícil avaliação pela sedação e entubação. Soldado da PM Jeferson Luiz Esmeraldino ficou ferido durante assalto em Criciúma

Redes sociais/Reprodução

O soldado da Polícia Militar de 32 anos que ficou ferido durante o assalto em um banco em Criciúma, no Sul catarinense, segue internado na Unidade Intensiva de Saúde (UTI) do Hospital São João Batista na manhã desta sexta-feira (11). Jeferson Luiz Esmeraldino está entubado, mas sem instabilidade na ventilação mecânica.

Um grupo com 30 assaltantes teria participado da ação que ocorreu há pouco mais de uma semana e deixou o PM ferido. Segundo a polícia, R$ 80 milhões foram roubados e 14 suspeitos de envolvimento foram presos.

De acordo com 9º Batalhão de Polícia Militar da região, "os parâmetros neurológicos ainda são de difícil avaliação pela sedação e entubação, mas há possibilidades de ocorrência de algum dano neurológico, dada a extensão da lesão".

O soldado Esmeraldino é natural de Tubarão, também no Sul do estado, e atua desde 2016 na Polícia Militar, no 9º Batalhão de Polícia Militar de Criciúma. Ele foi atingido por disparos na região do abdômen. Quando a viatura policial se deslocava para atender a ocorrência na madrugada, encontrou no caminho um dos veículos dos criminosos e houve troca de tiros, próximo a um shopping da cidade.

O assalto

Quadrilha assalta Banco do Brasil no Centro de Criciúma (SC)

Conforme a Polícia Civil, cerca de 30 homens encapuzados atuaram no assalto ao cofre da tesouraria regional do Banco do Brasil, que fica anexa a uma agência bancária, no Centro de Criciúma. A ação teve início por volta das 23h50 de 30 de novembro e durou cerca de duas horas.

O ataque resultou em incêndios, ruas bloqueadas, dinheiro espalhado pelas ruas e reféns como escudos. Na lista do que as forças de segurança investigam, a PF apura um possível crime de lavagem do dinheiro roubado. A suspeita é de que a quadrilha tenha conexão com uma facção criminosa que já fez outros assaltos a bancos. Um dos presos é suspeito de planejar a fuga do chefe dessa facção.

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Fonte: G1 SC

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